Ultrassom Morfológico 1º e 2º Trimestre

Ultrassom Morfológico 1º e 2º Trimestre

Os exames ultrassonográficos morfológicos têm basicamente os mesmos objetivos, independente do período da gravidez. No entanto, o de primeiro trimestre tem um rastreio cromossômico de sensibilidade mais alta, por isso é utilizado para a avaliação do risco de doenças cromossômicas, como Síndrome de Down.

A ultrassonografia morfológica fetal de primeiro trimestre é aquela feita entre 10-14 semanas de idade gestacional e pode ser feito para:

  • Confirmar a gravidez
  • Verificar o batimento cardíaco fetal
  • Determinar a idade gestacional do bebê e estimar a data provável do parto, caso ainda não tenha sido estabelecida
  • Verificar se é uma gravidez múltipla (gêmeos)
  • Examinar placenta, útero, ovários e colo do útero
  • Avaliar o crescimento e desenvolvimento do feto
  • Analisar a morfologia fetal (procurar malformações detectáveis no primeiro trimestre da gravidez)
  • Realizar o rastreio de anormalidades cromossômicas (ex: síndrome de Down)
  • Avaliar o risco de pré-eclâmpsia

A ultrassonografia morfológica fetal de segundo trimestre é aquela feita entre 20 e 24 semanas de idade gestacional (ou no do inicio da 21ª até o final da 24ª semana) de gravidez. É um exame de ultrassonografia que consiste em fazer uma avaliação das estruturas de cada segmento do feto (cabeça, pescoço, coluna vertebral, tórax, abdômen, genitália externa e extremidades) e do liquido amniótico, cordão umbilical e placenta, com auxílio do Doppler colorido.

O Doppler colorido é um recurso utilizado para medir o fluxo sanguíneo em determinados vasos maternos e/ou fetais. Na ultrassonografia de segundo trimestre é feita a análise das artérias uterinas e da artéria umbilical.

No segundo trimestre de gravidez, o ultrassom pode ser feito para:

  • Monitorar o crescimento do feto
  • Determinar o sexo do bebê
  • Olhar a placenta para verificar problemas, tais como placenta de inserção baixa e descolamento da placenta
  • Examinar o feto para malformações ou problemas de fluxo de sangue
  • Monitorar os níveis de líquido amniótico
  • Determinar se o feto está recebendo oxigênio suficiente
  • Diagnosticar problemas com os ovários ou útero, tais como tumores da gravidez
  • Medir o comprimento do colo do útero
  • Orientar outros exames, tais como a amniocentese
  • Confirmar uma possível morte intrauterina
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